Jaipur – Rajastão – Índia

Rajastão é um estado indiano que faz fronteira com o Paquistão. Possui área de 342 km² e fica no deserto de Thar, a noroeste da Índia. Tem 68 milhões de habitantes e a sua capital é Jaipur.

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Patrika Gate

Jaipur foi fundada em 1728 pelo Marajá Sawai Jai Singh II, possui 3 milhões de habitantes. É uma cidade planejada, coisa rara na Índia, possui ruas com asfalto, calçadas e canteiros com jardins (incrível). É limpa também, vi pouco lixo.

É a cidade que a maioria dos turistas conhece porque faz parte do circuito “triângulo dourado” que inclui Agra e Delhi, o tour mais popular entre os que visitam a Índia. 

Também é conhecida por ser “a cidade rosa”  porque em 1876 o marajá mandou pintar a cidade inteira de cor de rosa para receber a visita do Príncipe de Gales, Albert, filho da Rainha Vitória, futuro rei Eduard VII. A mulher do marajá adorou o resultado e desde então a cidade é pintada dessa cor.

Em algumas partes da cidade não acho que seja cor de rosa rosa, mais parece cor de telha, agora dá um efeito bem interessante, gostei!

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Palácio dos Ventos

Fazia parte do roteiro “Os palácios do Rajastão” em Jaipur a hospedagem no Hotel Rambagh Palace, administrado pela rede TAJ. Fiquei 2 noites e recebi um upgrade.

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O Palácio Rambagh, de 1835, começou como a casa da criada favorita da rainha. Depois foi uma hospedaria real, pavilhão de caça e por fim residência do Marajá Swai Man Singh II. As treliças são feitas em mármore esculpidas à mão.

O Hotel é lindo demais, tem um estilo diferente do Lake em Udaipur (palácio de verão) e do Umaid em Jodhpur (palácio da cidade). Parece um palácio de campo. Adorei ter conhecido três estilos bem diferentes de residências dos marajás.

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Achei o quarto deste hotel o mais bonito que me hospedei. Possuía vários ambientes: quarto, saleta, closet e banheiro.

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A saleta era o ambiente mais lindo do quarto, com vista para os jardins que possui aproximadamente 50 pavões.

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A localização do quarto era uma charme, parecia uma vila privativa, com terraço próprio para descansar e apreciar a vista.

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Porta e varanda do quarto

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Sempre vinha um amigo nos visitar no terraço. Impressionada como fiquei magra na foto acima (dieta indiana).

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O Lobby do Hotel Rambagh é lindo com fonte de mármore, balaústras (lustres) de arenito e quadros de marajás

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Aqui também o receptivo foi com música, flores, colares e a marca na testa. Já se hospedaram no Rambagh: Lorde Mountbatten, Príncipe Charles e Jacqueline Kennedy.

O Hotel possui 4 restaurantes e um bar. Na primeira noite fui jantar no Restaurante Suvarna Mahal, o mais bonito e formal, cozinha indiana, localizado no Salão de Jantar do Marajá. Neste restaurante para ocasiões especiais os sousplats são de ouro.

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Foi no Suvarna que eu comi o único prato que eu realmente gostei na Índia, uma entrada: queijo grelhado com vegetais. Não fiz a foto. Estava uma delícia. O prato (foto abaixo) arroz com vegetais e frango estava bom também, só que com muita pimenta. Até os pães do couvert tem pimenta, um deles inclusive não consegui comer, queimava a boca.

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Detalhe que o garçom disse que esses pratos tinham pouca pimenta! O marido queria cordeiro, mas ele avisou que era com bastante pimenta, imagina!

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Após o jantar um drink no Polo Bar. Como a Índia foi colônia inglesa o Polo sobre cavalo é um esporte muito popular. No bar tem muitas fotos de jogadores de polo, onde aparecem o marajá e a família real inglesa, em especial os Príncipes Philip e Charles.

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O Hotel Rambagh é mágico à noite. No jardim em frente ao restaurante e bar fica um músico tocando cítara.

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No outro dia, o café da manhã é servido em uma sala lindíssima, onde funciona o Rajput Room, um restaurante all day. Como sempre aquele buffet espetacular e eu no chá preto com pão e manteiga.

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No roteiro programado para a cidade não estava previsto conhecer dois pontos de Jaipur que eu queria muito. Então conversei com o motorista e ele nos levou. Abaixo, pelas ruas

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O primeiro foi o Patrika Gate (foto na abertura do post). Visitamos na chegada da cidade pois é um pouco fora do centro, a 7 km do nosso hotel e 10 km do City Palace.

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O Patrika Gate é um portal que fica no Parque Jawar Circle, no caminho para o aeroporto de Jaipur (apenas 1 km), então se você chega ou sai da cidade de avião, não pode perder a oportunidade de dar uma parada aqui, pois é um monumento lindíssimo. Fica aberto 24 horas e a visita é bem rápida. Se situa na entrada de um parque, agora se você tem interesse de visitar os jardins e fontes também então a visita se torna mais demorada.

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O Maharajá Sawai Jai Singh II construiu este portão com 9 arcos que simboliza a 9ª porta de entrada da cidade, já que havia outras 8 “portas” para entrar em Jaipur. O interior do portão é de uma beleza fascinante. Todo decorado com murais que contam a história da realeza no Rajastão.

Às 19h acontece uma apresentação de fontes musicais no parque e show de luzes no portal. Fui às 15h e estava bem tranquilo. Dizem que o melhor horário para fazer fotos é pela manhã, bem cedo, porque tem menos turistas. No horário que eu fui tinham apenas dois casais com o seus respectivos fotógrafos. Fiquei admirada, achei que ia encontrar lotado.

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O portão é cenário para muitas sessões de fotos, principalmente de revistas e casamentos. Quando nós fomos estavam acontecendo dois shootings 

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O outro local que eu queria conhecer, o Museu Albert Hall, cujo acervo se compõem de mobiliário, tapeçaria e arte indiana em geral, infelizmente não consegui visitar o seu interior, não tive tempo, o motorista passou em frente e fez uma parada para fotos.

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Começando o tour visitamos o Hawa Mahal – Palácio dos Ventos construído pelo Maharajá Sawai Pratap Singh, de 1799.  Possui de fachada 15 metros de largura e 5 andares de altura. Em vários sites de pesquisas as informações são diferentes quanto ao números de janelas. Uns dizem 365, outros 933 e até 953 janelas. Enfim, não parei para contar. E depende muito também do que se considera janela, se cada abertura da “colméia” ou o seu conjunto.

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A dificuldade para fotografar é imensa. O guia colocava o celular no chão para conseguir o ângulo. Abaixo um filme dessa construção que eu achei a mais incrível da viagem.

O Palácio dos Ventos foi construído em arenito vermelho e rosa. Hoje é só uma fachada. É possível entrar e visitar o seu interior, mas não tem nada, só para ver por dentro a vista que se tinha das janelas. A quantidade e formato das janelas serviam para que as mulheres da realeza pudessem olhar a cidade, observar o movimento da rua sem ser vistas, garantindo a sua privacidade.

O nome Palácio dos Ventos era porque pelas suas treliças o vento poderia entrar e refrescar o ambiente. Porém, atualmente, isso não é mais possível, já que foram instaladas janelas de madeira que ficam fechadas para a sua preservação.

Em seguida partimos para visitar o local que considero a mais importante da cidade o Forte Amber, a aproximadamente 8 Km do centro.

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O Forte Amber é uma fortaleza com palácios, templos, pátios e jardins. De 1599 foi a residência do marajá Man Singh (1589-1614).

Há três maneiras de chegar no forte: a pé, de carro e de elefante. O nosso tour era de carro até um ponto e depois de cadeirinha no lombo do elefante até o pátio principal.

As ruas são bem estreitas e o percurso muito interessante.

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Durante o trajeto de carro o guia começou a conversar perguntando se a gente queria mesmo ir de elefante, que demorava muito, que ele não considerava certo utilizar os animais para esse fim, foi uma situação um pouco constrangedora, enfim, nós também não concordamos em utilizar animais para o trabalho, então resolvemos não subir no lombo do elefante para chegar até o forte, subimos a rampa de acesso a pé mesmo.

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Abaixo turistas subindo e chegando no palácio no lombo dos elefantes. Atualmente há algumas regras de proteção para esses animais, um número fixo de “viagens” por dia. O guia nos ofereceu para ir conhecer depois “a casa dos elefantes”, onde se pode ter contato com os animais, acariciar, mas também não me interessei. Sei que os elefantes são animais selvagens e não gosto de imaginar o que eles passaram para chegar ao ponto de aceitar essa aproximação humana.

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Jaipur é a cidade mais turística do Rajastão e no Forte Amber sua atração mais famosa a quantidade de pessoas é enorme. A foto abaixo retrata uma cena muito comum na Índia: a insistência dos vendedores.

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O Forte Amber tem cor amarelo ocre e levou 25 anos para ser construído. Tem quatro patamares e fica no alto de uma colina com uma linda vista.

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O Forte Amber possui um mix das culturas muçulmana e hindu

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Pintura no Portal de entrada

No interior do palácio vimos no Haman a “banheira de hidromassagem” do marajá.

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O Hall de Espelhos é o ambiente mais fascinante do complexo, faz parte do Sheesh Mahal

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Foto feita pelo guia – eu estava do outro lado da sala

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Considero importante ter o acompanhamento de um guia no forte. O percurso é extenso e um verdadeiro labirinto. Dá para se perder lá dentro e não conseguir seguir em um percurso lógico e também corre o risco de ficar sem ver alguns ambientes. Tem vários guias autônomos que oferecem o seu serviço na porta do forte ou no pátio central.

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Na saída do forte encontramos muitos elefantes pelo caminho

Depois do Forte, nossa próxima parada foi o City Palace. Em todos os locais de visitação em Jaipur as bilheterias estavam bem tranquilas para comprar os tíquetes, sem fila.

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O Palácio da Cidade na realidade são dois Chandra Mahal – onde parte é residência da família real e o Mubarak Mahal – “Mahal” significa palácio em hindi, como “Pur” significa cidade.

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O complexo foi construído entre 1729 a 1732 pelo Maharajá Sawai Jai Singh II. A pedra do exterior foi esculpida em formato de renda e possui 2 elefantes de mármore adornando a entrada.

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Os guardas do palácio se oferecem para fazer fotografia para depois pedir gorjeta, não tenho problema em relação a isso, penso que é mais uma fonte de renda para eles.

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Passando o portal para chegar no Palácio de Boas Vindas – Mubarak Mahal

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Dentro dos palácios funcionam museus com exposições de arte, armamentos, trajes reais, um acervo bem completo, mas não é permitido fotografar no seu interior

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No Mubarak, o palácio de boas vindas se encontram 2 grandes vasos (ou urnas) de prata, com capacidade para 4.000 litros cada, que foram feitos para o marajá Madho Singh II. Reza a lenda que o marajá em 1902, para a coroação do Rei Eduard VII (filho da Rainha Vitória), levou água do Rio Ganges nesses vasos para se banhar na Inglaterra.

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Mubarak Mahal – Palácio das Boas Vindas onde o marajá recebia as autoridades

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Abaixo o Chandra Mahal –  a família real de Jaipur mora em parte deste palácio.

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No seu pátio Pitam Niwas, conhecido como Corte dos Amantes, existem 4 portas que representam as estações do ano

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Sou fã das roupas e poses das asiáticas

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A mais linda – a Porta dos Pavões

O atual Marajá de Jaipur, Swai Padmanabh Singh, conhecido por Pacho, é muito jovem, tem 22 anos, e ficou famoso por dançar a valsa com Ava Phillippe, filha da atriz Reese Whiterspoon, em seu baile de debutantes em Paris. O marajá já esteve no Brasil, pois é jogador de polo e veio participar de uma competição. Também inovou ao fazer uma suíte do palácio para hóspedes e colocar para locação no Airbnb.

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Foto do site: http://www.elperiodico.com

Um lugar muito interessante para se conhecer em Jaipur é o observatório astronômico Jantar Mantar, que fica ao lado do Palácio da Cidade.

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Construído pelo Marajá Jai Singh II, a partir de 1724 possui 22 instrumentos de astronomia arquitetônica.

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E aqui também a fila de fãs para fotos 😉

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O observatório foi criado para além de medir o movimento do sol, da lua e dos planetas também fazer previsões e os signos do zodíaco, o que hoje se conhece por astrologia.

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Meu signo – Escorpião

No texto acima: “Signo do Zodíaco – Convenção de Reencarnação 1856. Gekral Chand Bhavan. Existem 22 instrumentos dos quais os planetas se conhecem. A partir daqui o trabalho é feito quando esse valor é visível ao sul. Face do círculo”. Pelo Google Tradutor. Não entendi nada, mas tudo bem.

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No observatório se encontra o Samrat Yantra o maior relógio de sol do mundo (abaixo). Infelizmente só consegui fotografar uma parte dele (metade) já que é gigantesco. O guia nos mostrou como ver as horas nele. Foi incrível, ele erra por dois minutos!

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Neste observatório, vendo toda essa engenhosidade construída há quase 300 anos, cheguei a conclusão que o indiano é muito inteligente, considero neste quesito um povo muito acima da média. Se destacam principalmente em arquitetura, física e matemática. Quem já assistiu o filme o homem que viu o infinito? Enfim, tudo que exige cálculo, eles dominam. Não sei se por conta da adversidade, já que a sobreviver na Índia é um grande desafio.

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Pausa no tour para almoçar e em Jaipur este restaurante levou o troféu de pior comida da viagem e olha que a concorrência era grande! Tinha um buffet (horrível) e à la carte. Pedimos uma massa com molho de tomate sem pimenta e acreditem veio temperada com açúcar! Acho que fizeram de propósito. Não conseguimos comer.

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Durante a tarde estava previsto passear pelo comércio de Jaipur. Primeiro fizemos um tour de tuk tuk e depois a pé.

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O “estado” do nosso tuk tuk caindo aos pedaços

Um detalhe sobre os tuk tuks: é maravilhoso transitar com eles. Dá para ver bem tudo, porque são abertos, a gente fica muito próximo das pessoas, dão um jeito de passar em qualquer lugar, mas…lembrem que na Índia sempre tem muitos “mas”, são sujos, barulhentos, cobram o que dá na telha e nem sempre te levam direto para o destino. Ahhhhh a Índia, tem que ter paciência!

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Percorremos a Ramganj Bazar Road e as imediações do Badi Chaupar Market, um verdadeiro labirinto de vielas com milhares de lojas, uma ao lado da outra.

Pegamos um pequeno congestionamento, uma carroça que não tinha espaço para passar

Os tecidos e sáris são de enlouquecer, lindos demais! Mas, já comentei, tive muita dificuldade de fazer compras na Índia. Os produtos não tem preço, os vendedores olham para a gente e colocam o valor que querem, eu fazia a conversão das rúpias no aplicativo do celular e o preço em euros era absurdo, daí tem que ficar negociando (odeio) e muitos não baixavam, queriam apenas oferecer um brinde.

A gente se sente enganado, explorado o tempo todo, porque sabe que os produtos são baratos, mas não para nós, achei irritante. E depois pensei, onde vou andar vestida de sári no Brasil? Só em uma festa a fantasia. Mesmo assim resolvi comprar um, está guardado no armário esperando uma oportunidade de entrar em cena.

Terminado o tour, voltamos para o nosso hotel (oásis), para descansar da loucura que é passear pelas ruas indianas (amo hehehe). E como estava morrendo de fome tentar comer algo. Fiz um lanche, comi um club sandwich muito bom no Verandah Café que serve pratos leves e afternoon tea ao ar livre ou nas espaçosas varandas do palácio.

Não tive coragem de comer nenhuma comida “de rua” na Índia, em feiras, barraquinhas, calçadas, o guia às vezes oferecia eu dizia que não estava com fome por medo, uma pena, em outros lugares do mundo adoro!

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No hotel, sempre vinha um amigo fazer companhia

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E à noite fomos jantar no único restaurante que eu tive vontade de conhecer em toda a viagem fora dos hotéis em que fiquei hospedada: o Bar Palladio

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O Restaurante Bar Palladio fica no interior do Hotel Narain Niwas Palace. Anexo a este hotel tem um mini shopping com lojas incríveis de roupas e decoração. São lojas de designers.

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O Bar Palladio tem dois ambientes, um café que funciona durante o dia, em tons de rosa e o restaurante e bar à partir das 18h em tom de azul “elétrico”. Abaixo o pátio externo.

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Eu estava enlouquecida para conhecer esse lugar, já tinha visto muitas fotos dele no Instagram e não me decepcionou no quesito ambiente, que restaurante mais lindo!  O tom de azul, as luminárias, tecidos, tudo fazia uma composição fantástica, amei!

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Já no quesito comida, deixou a desejar. Comida sem gosto porque pedimos sem pimenta. Aqui conhecemos um casal de São Paulo muito legal e ficamos conversando, sentaram ao lado da nossa mesa. Eles fizeram o mesmo roteiro que o nosso só que ao contrário. Foi ela quem fez as minhas fotos e eu fiz as dela, enquanto os “rapazes” deram uma pausa na função fotógrafos. E não lembramos de fazer fotos todos juntos, uma pena. O papo estava tão bom, enfim, ficou a recordação de uma noite muito especial.

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Recomendo muito ir no Bar Palladio, pelo ambiente lindo, animado (depois lotou) e quem sabe você tem mais sorte do que eu na comida. Melhor reservar.

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No cardápio do Bar Palladio a seguinte frase: “A estranheza de que você não é mais ou não possui mais, está a sua espera, em lugares estrangeiros e não possuídos.”  de Ítalo Calvino,  um dos maiores escritores italianos do século XX.

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Despedida de Jaipur – Jal Mahal – Lago Man Sagar

O Rajastão foi realmente incrível, em suas três cidades: Udaipur, Jodhpur e Jaipur vi coisas surpreendentes, até então inéditas para mim. Construções, templos, paisagens, um outro mundo. E ainda não terminou, no próximo post mostrarei Ranakpur e Pushkar dois lugares que visitei no trajeto, durante os 1.000 km que fizemos de carro pela Índia.

 

 

 

 

 

 

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